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Novo episódio de série aborda saúde mental, burnout e estigma no trabalho remoto

As chamadas Condições Especiais de Trabalho garantem a inclusão e o acolhimento à saúde de servidores com necessidades específicas e permite que eles continuem desempenhando suas funções institucionais sem prejuízo à prestação jurisdicional. Para dar visibilidade a esse tema central, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) lança o novo episódio da série "Quem Sente na Pele", que traz o depoimento da assistente social Jussara Ferreira, servidora do Judiciário fluminense há 22 anos. No vídeo, Jussara detalha sua atuação na área da violência doméstica, o desenvolvimento de metodologias próprias no atendimento às mulheres e as adequações necessárias ao trabalho a distância. Por ser imunossuprimida, Jussara permaneceu em regime integral de trabalho remoto após o período crítico da pandemia. O aumento significativo nos casos de violência doméstica na época e a jornada exaustiva fizeram com que ela tivesse burnout em 2023. Ao contar que retornou da licença médica no modelo presencial parcial, a servidora reforça o valor de conviver presencialmente com a equipe para a preservação da saúde mental. O cerne do depoimento é a desconstrução do estigma em torno do trabalho remoto no serviço público. Jussara destaca que a regulamentação do Tribunal reconhece situações de saúde ou familiares sem implicar diminuição de produtividade, embora ainda permaneça o desafio de provar constantemente o empenho aos colegas. “Existe uma normativa que reconhece a condição do servidor, mas ainda há uma mística e um certo preconceito. A condição especial não é para trabalhar menos. O trabalho remoto é trabalho, e essa cultura precisa ser desconstruída”, afirma. Assista ao novo episódio:  Conheça a série completa Quem sente na Pele clicando neste link.  SL / SF
28/07/2026 (00:00)
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