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Projeto “Descobrir-se” recebe novos jovens aprendizes na 1ª Vara da Infância da Capital

“Esses projetos dão aos jovens a possibilidade de experimentar novos ambientes, conhecer outras histórias e construir referências positivas. Isso faz diferença na forma como eles passam a enxergar o próprio futuro”, afirmou a juíza Lysia Maria da Rocha Mesquita A 1ª Vara da Infância e Juventude Protetiva da Capital recebeu nesta quinta-feira, 14 de maio, quatro novos adolescentes que passarão a integrar o projeto “Descobrir-se”, iniciativa voltada à inclusão social e à preparação de jovens em situação de acolhimento institucional para o mercado de trabalho e a vida em sociedade. Outros cinco jovens foram encaminhados para atuação na Vara de Execuções das Penas e Medidas Alternativas (Vepema), totalizando nove novos integrantes da terceira turma do projeto.  A acolhida foi conduzida pela juíza Lysia Maria da Rocha Mesquita, titular da 1ª Vara da Infância e Juventude Protetiva da Capital. O encontro reuniu os novos jovens aprendizes, responsáveis, diretoras de abrigos, adolescentes já participantes do projeto, ex-integrantes da iniciativa, equipes técnicas do Judiciário, do Comissariado, da Psicologia, representantes da empresa contratante e profissionais do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).  Nas dependências da vara, os adolescentes terão contato direto com o funcionamento do Judiciário, passando por setores como recepção, cartório, psicologia e assistência social. O principal objetivo é ampliar perspectivas de futuro e oferecer oportunidades concretas de inserção profissional para adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social.  Além da experiência prática nos setores da vara, os adolescentes participam de oficinas desenvolvidas com parceiros da iniciativa, como a Faculdade de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Governo do Estado.  Segundo a juíza Lysia Mesquita, o projeto busca atender justamente adolescentes que passaram anos em acolhimento institucional, sem referências importantes de convivência familiar e social, e enfrentam maiores dificuldades de adaptação social e profissional. Para a magistrada, projetos como o “Descobrir-se” ajudam a ampliar horizontes e a criar novas possibilidades de vida para os adolescentes.  “Esses projetos dão aos jovens a possibilidade de experimentar novos ambientes, conhecer outras histórias e construir referências positivas. Isso faz diferença na forma como eles passam a enxergar o próprio futuro”, afirmou.  Durante o evento, ex-participantes do projeto compartilharam experiências com os novos integrantes, relatando mudanças proporcionadas pela iniciativa. Para a equipe organizadora, o momento simbolizou mais um passo no fortalecimento da inclusão social e da construção de trajetórias com mais autonomia, pertencimento e perspectivas de futuro para adolescentes em situação de vulnerabilidade. SV/IA Foto: Divulgação
15/05/2026 (00:00)
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