Sexta-feira
24 de Abril de 2026 - 

Acompanhe seu processo

Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico

Notícias

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,85 4,85
EURO 5,32 5,32
LIBRA ES ... 6,19 6,20
PESO (ARG) 0,01 0,01
PESO (URU) 0,12 0,12

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
S&P 500 0,31% . . . .
Dow Jone ... % . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .

Previsão do tempo

Segunda-feira - Campinas...

Máx
34ºC
Min
21ºC
Parcialmente Nublado

Terça-feira - Campinas,...

Máx
34ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Quarta-feira - Campinas,...

Máx
35ºC
Min
24ºC
Parcialmente Nublado

Quinta-feira - Campinas,...

Máx
35ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Palestra da Coordenadoria da Infância e da Juventude aborda trauma racial

Evento virtual. A Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de São Paulo, em parceria com a Escola Judicial dos Servidores (EJUS), realizou, ontem (23), a palestra virtual “Do reconhecimento à ação: trauma racial e seus ecos no Judiciário”. Os debates focaram na maneira como eventos do cotidiano impactam, de modo traumático, na vivência de pessoas negras, o racismo sistêmico e possíveis soluções. A palestra foi mediada pela juíza Maria Lucinda da Costa e ministrada pela psicóloga e psicoterapeuta Ediane Ribeiro. Para a expositora, “o trauma tem a ver com o tempo, com algo que aconteceu cedo demais, rápido demais ou por tempo prolongado demais na vida de uma pessoa”, não sendo possível assimilar bem aquela experiência. A relação do trauma com o racismo é significativa, já que ambos se referem à perda de segurança e proteção. “O racismo é também uma ameaça à sobrevivência do ‘eu autêntico’, do eu que a pessoa poderia ser se a sociedade fosse mais gentil”, destacou. Ediane Ribeiro explicou, ainda, que o trauma está ligado à maneira como alguém assimila um evento, e não o evento em si. Nesse sentido, um organismo pode ser mais ou menos suscetível ao trauma. Se duas pessoas estão dentro de um carro que sofre um acidente, por exemplo, é possível que uma não consiga mais dirigir, e a outra sim. “Além disso, o que é transmitido biologicamente de uma geração para a outra são os comportamentos de sobrevivência aos traumas, não o evento traumático”, mencionou. “Se uma pessoa fica mais vigilante, isso muitas vezes não está relacionado com o que ela passou, mas com a genética transmitida. O cérebro pode não receber a informação de que o perigo passou. É um organismo mais vulnerável à traumatização”, disse. De acordo com ela, há pesquisas que mostram maior prevalência de doenças cardíacas e hipertensão em pessoas negras em comparação a outros grupos, relacionada ao estresse racial sofrido. Na sequência, a psicóloga indicou que, em uma dimensão coletiva, o racismo sistêmico é consequência do processo histórico violento que experimentamos. “Existe uma forma da sociedade funcionar que envolve assimetrias de poder, disparidade de recursos, marginalização e estigmatização”, indicou. “A questão só se encerrará quando resolvermos essa assimetria. Também é preciso olhar para as vulnerabilidades, mas ter esperança na história inpidual de cada pessoa”, concluiu. Siga o TJSP nas redes sociais: www.facebook.com/tjspoficial www.x.com/tjspoficial www.youtube.com/tjspoficial www.flickr.com/tjsp_oficial www.instagram.com/tjspoficial www.linkedin.com/company/tjesp
24/04/2026 (00:00)
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Visitas no site:  9975830
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.