Sábado
11 de Abril de 2026 - 

Acompanhe seu processo

Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico

Notícias

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,85 4,85
EURO 5,32 5,32
LIBRA ES ... 6,19 6,20
PESO (ARG) 0,01 0,01
PESO (URU) 0,12 0,12

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
S&P 500 0,31% . . . .
Dow Jone ... % . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .

Previsão do tempo

Segunda-feira - Campinas...

Máx
34ºC
Min
21ºC
Parcialmente Nublado

Terça-feira - Campinas,...

Máx
34ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Quarta-feira - Campinas,...

Máx
35ºC
Min
24ºC
Parcialmente Nublado

Quinta-feira - Campinas,...

Máx
35ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Ministro Edson Fachin assina acordo para fortalecer acesso à saúde no sistema prisional

                                                                         Parceria busca reforçar as ações de saúde no sistema prisional Com o objetivo de ampliar o acesso à saúde no sistema prisional brasileiro, o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, assinou, nesta sexta-feira, 10 de abril, o Acordo de Cooperação Técnica junto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, ao Ministério da Saúde e à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A parceria busca reforçar as ações de saúde no sistema prisional, com foco na ampliação e na qualificação do acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).  O ministro Edson Fachin ressaltou a assinatura do acordo como um compromisso com a sociedade. Segundo ele, uma sociedade desigual encarcera de forma desigual, o que agrava ainda mais as disparidades no tratamento da população privada de liberdade.  “O sistema penitenciário enfrenta alta incidência de doenças, baixa cobertura de serviços e falta de integração com o SUS. Essa é uma realidade desafiadora, mas que pode ser enfrentada com atuação conjunta. É necessário transformar a ideia de saúde para todos em prática concreta, e não em discurso vazio. Este é um passo importante para reafirmar o compromisso do país com uma sociedade mais justa e inclusiva”, completou.  A iniciativa integra o programa Pena Justa e foi conduzida pelo presidente do CNJ, ministro Edson Fachin. Participaram também o presidente da Fiocruz, Mario Moreira; as conselheiras do CNJ Daiane Nogueira de Lima e a desembargadora do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) Jaceguara Dantas da Silva; o secretário nacional de Políticas Penais, André de Albuquerque Garcia; o vice-presidente da Rede D'Or, Pablo Meneses; e o diretor de Programa da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, Rodrigo Portella.  O acordo  Com a assinatura, as instituições preveem ações para ampliar e monitorar a saúde no sistema prisional, incluindo a capacitação de profissionais, a ampliação do acesso a atendimentos, inclusive por telessaúde, e o fortalecimento da atenção à saúde mental. O acordo também contempla a criação de um comitê nacional e medidas de enfrentamento a doenças, como testagem, vacinação e rastreamento.  Na ocasião, foi lançada a estratégia “Cuidar”, iniciativa do CNJ voltada às ações de prevenção e controle de doenças no sistema prisional. O ministro destacou o projeto e afirmou que a pessoa privada de liberdade deve ter acesso às condições básicas de saúde.  “A estratégia ‘Cuidar’ representa a promoção integral da saúde no sistema prisional, um dos eixos mais desafiadores do plano Pena Justa. Parte de uma premissa fundamental: ninguém perde o direito à saúde por estar privado de liberdade. A privação de liberdade não pode significar privação de dignidade ou de condições básicas de saúde”, afirmou.  O projeto  A iniciativa do Pena Justa busca garantir cuidados básicos de saúde à população privada de liberdade, com foco na prevenção e no controle da transmissão de doenças, além de fortalecer a articulação com políticas públicas já existentes. A estratégia foi desenvolvida em parceria entre o CNJ, o Ministério da Saúde e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), com o apoio da Fiocruz.  Dados do SISDEPEN indicam que mais de 30 mil pessoas no sistema prisional convivem com doenças transmissíveis, como HIV, sífilis e tuberculose.  A programação incluiu ainda a realização do Encontro de Perspectivas em Saúde, que reuniu representantes de organismos nacionais e internacionais para debater o acesso à saúde no sistema prisional.  O presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Mario Moreira, destacou o diálogo institucional e o compromisso do trabalho conjunto para melhorar a situação carcerária do país.  VS/ SF Fotos: Felipe Cavalcanti/TJRJ 
10/04/2026 (00:00)
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Visitas no site:  9909694
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.