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Palácio 23 de julho é cedido ao Tribunal de Justiça do Rio e será polo cultural e educacional

Palácio 23 de Julho vai passar a abrigar a sede do Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), a Escola de Mediação (Emedi), a Escola de Administração Judiciária (Esaj) e o Centro de Estudos e Pesquisas (Cedes) É oficial: o Centro do Rio de Janeiro vai ganhar um novo espaço destinado à cultura, à educação e à promoção do acesso à Justiça. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) recebeu a cessão, no dia 5 de maio, do Palácio 23 de Julho, antigo anexo da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Após obra de restauração, que deve durar cerca de 12 meses, o prédio passará a abrigar a sede do Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), a Escola de Mediação (Emedi), a Escola de Administração Judiciária (Esaj) e o Centro de Estudos e Pesquisas (Cedes). O imóvel está localizado na Praça XV de Novembro e foi cedido gratuitamente ao Judiciário fluminense pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. A cessão tem prazo inicial de 20 anos, com possibilidade de renovação, e prevê a implementação das atividades em até dois anos após a formalização do contrato. A iniciativa da administração do presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto, contribui para a revitalização da região central da cidade e amplia as oportunidades de acesso da população a atividades culturais e serviços públicos. A desembargadora Cristina Tereza Gaulia destaca que o imóvel tem uma localização estratégica, além de contar com a disponibilidade de ampla rede de transporte público nas proximidades. “Estamos fazendo um corredor cultural na região, começando com o Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural dos Correios, Centro Cultural da Justiça Eleitoral, Museu da Marinha, prédios históricos do TJ e agora, o Palácio 23 de julho. O TJRJ está lançando uma ideia democrática de cultura, com amplo acesso à população, com o objetivo de dar ao centro da cidade o brilho que ele merece”, acredita a desembargadora, que é responsável pelo CCPJ. As obras no prédio já se iniciaram e serão custeadas integralmente pelo TJRJ. No local, o CCPJ contará com um teatro com 300 lugares, sala de cinema e auditório destinado a apresentações, exibições, lançamentos de livros e outras atividades culturais. Palácio 23 de julho O edifício, que funcionou como anexo ao prédio da Alerj até 2021, possui 7.800 metros quadrados distribuídos em seis pavimentos. Construído em 1975, o imóvel foi declarado em 2023 Patrimônio Histórico e Cultural do estado do Rio de Janeiro pela Lei nº 9.981. MG/IA
07/05/2026 (00:00)
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