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TJSP promove palestra sobre prevenção de câncer de mama e de colo uterino

Evento integra a campanha Outubro Rosa.   A Coordenadoria de Apoio aos Servidores (Caps) e a Secretaria de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça de São Paulo realizaram ontem (20) a palestra online “Prevenção em quatro tempos”, voltada para o público interno. O palestrante foi o médico do TJSP Valter da Cunha Sales, que é formado em Medicina pela USP, especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, foi diretor clínico do Hospital Pérola Byington – Centro de Referência da Saúde da Mulher de São Paulo, integrante da Câmara Técnica de GO do Cremesp e do Conselho de Ética e Conduta da Sogesp. Cerca de 350 pessoas participaram da palestra.  Valter Sales abordou os vários tipos de prevenção, tanto para câncer de mama quanto para de colo uterino: prevenção primária, secundária, terciária e quaternária. A prevenção primária é o tipo em que a paciente não sente nada e não apresenta a doença. Nela, o mais importante é a prática regular de atividade física (pelo menos 150 minutos por semana). Não ingerir bebida alcoólica e não fumar também auxiliam. Já para o câncer de colo uterino, este tipo de prevenção se dá pelo uso de preservativo e vacinação contra HPV (vírus papiloma humano). Não fumar seguramente também reduz o risco deste tipo de câncer. A prevenção secundária é voltada para quem já apresenta a doença ou uma lesão precursora, mas não tem sintomas. O monitoramento por mamografia e autoexame são os procedimentos adotados para câncer de mama. Mas, se a mamografia é capaz de detectar nódulos e lesões, por que fazer o autoexame? “Uma paciente que recentemente fez mamografia - exame anual - pode desenvolver câncer de mama no período até o próximo exame, então o autoexame possibilita a detecção de alguma lesão antes da realização periódica de mamografia”, explicou Valter Sales, ressaltando que o câncer de mama tende a crescer mais rápido entre pacientes mais jovens e que a incidência aumenta a partir da menopausa. Quanto ao câncer de colo uterino, o monitoramento é feito pelo exame papanicolau.  Quando a paciente já padece de câncer, é o caso da prevenção terciária. “Para câncer de mama, o padrão de tratamento é a cirurgia, com quimioterapia e hormonioterapia como complemento”, explicou o palestrante. Para câncer de colo, o tratamento também é a cirurgia, complementado com radioterapia. Há casos em que a pessoa não tem a doença, mas, por uma alteração verificada nos exames, é submetida a tratamento ou uma intervenção (uma biópsia, por exemplo). “Neste caso, a prevenção se dá pela precisão e eficácia do procedimento, de modo a evitar que a paciente seja submetida a procedimentos desnecessários”, afirmou Valter Sales. Por fim, o médico do TJSP ressaltou que, embora os exames possam ser feitos em intervalos mais espaçados, como dois ou três anos, o exame ginecológico é anual, e não pode deixar de ser feito.      imprensatj@tjsp.jus.br   Siga o TJSP nas redes sociais:  www.facebook.com/tjspoficial www.twitter.com/tjspoficial www.youtube.com/tjspoficial www.flickr.com/tjsp_oficial www.instagram.com/tjspoficial   
21/10/2020 (00:00)
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